segunda-feira, 31 de maio de 2010

O que é psicologia?

Breve historia da Psicologia Social

Discorrer a respeito do surgimento de uma ciência ou teoria não é algo tão simples. Diversos elementos os compõem a fim de oferecer de forma clara motivos que as levaram a acrescentar ou modificar completamente as formas do pensamento científico, e até, social. Obviamente existem grandes manuais teóricos e epistemológicos que, atualmente, tem ocupado esse espaço da psicologia social de forma complexa e magnífica para aquele estudante e pesquisador da área. A psicologia social tem grandes papeis diante da sociedade, de orientar, de cuidar e de melhorar a perspectiva de cada pessoa diante de si próprio. A psicologia social apareceu apenas no século XX, mas as suas raízes vêm já de tempos remotos, o seu carácter científico é que é recente. Um dos primeiros registos coube a Gustave Le Bon, em 1895, com a publicação do seu livro Psicologia das Massas. Sempre existiu a problemática psicossocial (que diz respeito às relações sociais que incluem factores psicológicos) que se traduz na psicologia social pré-científica e daqui podemos retirar duas ideias. A primeira é que se explicava as organizações e os processos sociais, ou seja, as características da sociedade, a partir das nossas disposições, isto é, das nossas características psicológicas individuais. A segunda ideia da época pré-científica defende a teoria de que as condições sociais influem no comportamento dos indivíduos. Nesta segunda hipótese, as instituições sociais representam um papel importante na determinação do carácter nacional de um povo. Leia mais um pouco no seguinte site http://www.infopedia.pt/$psicologia-social e confira mais um pouco sobre a evolução da psicologia.

Evento que vale a pena!



A psicologia comprometida com a ética de forma a ajudar e estar presente ao lado daqueles precisam. Atuando de forma bastante significativa para a sociedade. Vale a pena participar do congresso. Confira!

Entrevista com a Doutora Carla




Essa entrevista tem um objetivo de mostrar a importância da inclusão de pessoas com deficiências na sociedade. Como no vídeo a Doutora retrata a inclusão dos surdos na sociedade e a melhor forma de atuar com eles. Dessa forma ajudando cada vez mais a se ter uma sociedade mais igualitária e onde as diferenças são aceitas.

O estudo não chega para todos!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Atuação do psicólogo nas políticas públicas



Para fazer frente às situações de risco, as políticas públicas de assistência social precisam do trabalho de profissionais de vários setores, e um desses profissionais de grande importância são os psicólogos.O papel do psicólogo agora é a atenção na proteção integral, e ele deve considerar a criança e o adolescente sujeitos de sua história, sujeitos de direitos, protagonistas; tem que atuar em rede, interdisciplinarmente (Conselho Federal de Psicologia, 2003).As novas demandas para a atuação do psicólogo nas políticas sociais para crianças e adolescentes requerem um profissional multifunções, que trabalhe de forma interdisciplinar e em rede. Mas esse novo modelo, que emerge a partir da constituição Federal de 1988 e do Estatuto da criança e do Adolescente, documentos que garantiram àqueles a condição de sujeitos de direitos, não foi suficiente para dar conta da discussão, antiga na Psicologia, realizada por diversas correntes que discutem o modelo de Psicologia adequado às classes trabalhadoras, às populações marginalizadas, às populações sem a experiência da escolarização e às comunidades pobres.Dentre as várias visões sobre o modelo de atuação do psicólogo um dos estudos importantes é o de Bock que enfatiza a essa forma de atuar nas políticas sociais.Trata-se da concepção do compromisso social, definida pelo papel de construir teorias e práticas na direção da transformação social, do compromisso com as camadas populares e com uma psicologia dialética que olha e atua, a partir do contexto, na participação política, nos espaços de confronto em defesa dos direitos dos cidadãos.

Infância e Adolescência



A relação da infância e da adolescência com a sociedade é desigual: não há a existência de uma infância e de uma juventude para todos. Desse modo, aqueles pertencentes às classes dominantes vivenciam um desenvolvimento prolongado, enquanto os que pertencem às classes dominadas, de baixo poder aquisitivo, têm um desenvolvimento abreviado. A psicologia atua de forma constante nesses casos, ajudando de forma significativa a cada criança se inserir aos poucos nesse contexto que só faz excluir a cada dia mais.No século XIX, foram criadas as casas de Educandos e Artífices, voltadas para as crianças e os adolescentes das classes populares, sob o pretexto de se diminuir a criminalidade e vagabundagem, e os Asilos da Infância dos Menores Desvalidos, para recolher órfãos e encaminhá-los às oficinas públicas e particulares, onde deveriam receber instrução primária e aprender ofícios mecânicos (Pillotti, 1995).